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	<title>AJA Media Solutions</title>
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	<pubDate>Sat, 21 Apr 2007 00:58:39 +0000</pubDate>
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		<title>Em defesa do sapato nacional (à italiana)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 May 2006 14:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
	<category>O mundo da mídia</category>
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		<description><![CDATA[Preocupados com a concorrência de países como o Brasil, os fabricantes de calçados italianos iniciaram uma campanha de mídia para valorizar o seu produto em detrimentos dos rivais.

Um anúncio de meia página publicado em jornais como o britânico The Times deixa clara a estratégia com o slogan &#8220;Vamos defender os calçados feitos na Europa&#8221;.

&#8220;Se não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Preocupados com a concorrência de países como o Brasil, os fabricantes de calçados italianos iniciaram uma campanha de mídia para valorizar o seu produto em detrimentos dos rivais.<br />
<br />
Um anúncio de meia página publicado em jornais como o britânico The Times deixa clara a estratégia com o slogan &#8220;Vamos defender os calçados feitos na Europa&#8221;.<br />
<br />
&#8220;Se não sabemos onde eles são feitos, se está faltando o &#8220;Made in&#8230;&#8221;, o consumidor está sendo enganado&#8221;, diz o anúncio.<br />
<br />
A Associação Nacional dos Fabricantes de Sapatos da Itália lista em seguida alguns argumentos:<br />
<br />
&#8220;Sapatos sem uma marca dizendo onde eles foram feitos deveriam ter um preço muito mais baixo, pois são muito baratos para produzir&#8221;;<br />
<br />
&#8220;Eles são produzidos sem nenhum respeito pelos direitos dos trabalhadores&#8221;;<br />
<br />
&#8220;Eles ameaçam empregos na indústria calçadista européia&#8221;.<br />
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		<title>Battle for hearts and minds &#8216;escalates&#8217;</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/05/11/battle-for-hearts-and-minds-escalates/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 May 2006 14:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
	<category>News</category>
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		<description><![CDATA[The Daily Telegraph says on Thursday that big corporate leaders are &#8220;scrambling to learn a new touchy-feely approach to win over a hostile public&#8221;.

A long article in the Business section highlights the challenges faced by companies that see themselves under fire from Hollywood and other media.

One analyst tells the newspaper that this trend might start [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>The Daily Telegraph</em> says on Thursday that big corporate leaders are &#8220;scrambling to learn a new touchy-feely approach to win over a hostile public&#8221;.<br />
<br />
A long article in the Business section highlights the challenges faced by companies that see themselves under fire from Hollywood and other media.<br />
<br />
One analyst tells the newspaper that this trend might start influencing the behaviour of big investors.<br />
<br />
<a href="http://www.telegraph.co.uk/money/main.jhtml?xml=/money/2006/05/11/ccbig11.xml&#038;menuId=242&#038;sSheet=/money/2006/05/11/ixcoms.html">Click here to read the article</a>.<br />
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		<title>A batalha cada vez mais dura por corações e mentes</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/05/11/a-batalha-cada-vez-mais-dura-por-coracoes-e-mentes/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 May 2006 14:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
	<category>O mundo da mídia</category>
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		<description><![CDATA[O jornal The Daily Telegraph, de Londres, afirma nesta quinta-feira que está havendo uma &#8220;escalada na batalha por corações e mentes&#8221; no mercado de consumo.

A longa reportagem, que ocupa o alto de duas páginas no caderno de economia, diz que &#8220;os líderes das empresas estão se virando para aprender uma nova forma mais sensível de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[O jornal <em>The Daily Telegraph</em>, de Londres, afirma nesta quinta-feira que está havendo uma &#8220;escalada na batalha por corações e mentes&#8221; no mercado de consumo.<br />
<br />
A longa reportagem, que ocupa o alto de duas páginas no caderno de economia, diz que &#8220;os líderes das empresas estão se virando para aprender uma nova forma mais sensível de conquistar um público hostil&#8221;.<br />
<br />
&#8220;Eles ainda estão buscando um caminho para achar a linguagem que é exigida para isso&#8221;, diz o texto.<br />
<br />
O jornal se refere à ofensiva contra grandes corporações que vem se desenvolvendo em vários tipos de mídia, desde o cinema até o jornalismo.<br />
<br />
&#8220;A luta para ganhar clientes vai cada vez mais ser lutada não apenas no preço, na variedade de escolhas e na conveniência (para o consumidor), mas em ser bons vizinhos, enfrentar os desafios do meio-ambiente e se comportar de forma responsável&#8221;, afirmou ao jornal Terry Leahy, presidente da rede de supermercados britânica Tesco.<br />
<br />
O jornal diz que já existe uma percepção de que a guerra está deixando de se restringir ao mercado consumidor para começar a influenciar as decisões dos grandes investidores globais.<br />
<br />
&#8220;Estamos no começo de uma grande mudança de opinião no mundo dos investimentos&#8221;, declarou ao jornal Craig Mackenzie, da empresa de gestão de fundos Insight Investment.<br />
]]></content:encoded>
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		<title>Jogando o investidor contra a empresa</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/05/10/jogando-o-investidor-contra-a-empresa/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2006 10:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
	<category>O mundo da mídia</category>
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		<description><![CDATA[O ativismo contra grandes empresas na Europa chegou a um novo patamar com um episódio envolvendo a farmacêutica GlaxoSmithKline e relatado pelo jornal britânico The Times.

Acionistas da empresa estão recebendo cartas com ameaça de um grupo que diz ser contrário ao uso de animais em experiências científicas.

As &#8220;táticas terroristas&#8221; do grupo, conforme qualificação do jornal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[O ativismo contra grandes empresas na Europa chegou a um novo patamar com um episódio envolvendo a farmacêutica GlaxoSmithKline e relatado pelo jornal britânico The Times.<br />
<br />
Acionistas da empresa estão recebendo cartas com ameaça de um grupo que diz ser contrário ao uso de animais em experiências científicas.<br />
<br />
As &#8220;táticas terroristas&#8221; do grupo, conforme qualificação do jornal, visam na verdade o laboratório Huntingdon, da qual a GSK é cliente.<br />
<br />
A carta diz que a única forma de forçar a GSK a deixar de usar os serviços do laboratório é visar &#8220;sua vulnerabilidade financeira&#8221;, ou seja, pressionando os investidores que colocam dinheiro nela.<br />
<br />
Para tanto, o grupo parte para a ameaça, dando um prazo de 14 dias para que os acionistas vendam suas ações na GSK, sob pena de ter suas informações privadas publicadas na internet.<br />
<br />
O caso leva a extremos que beiram a ilegalidade uma tendência que vem crescendo no Primeiro Mundo: grupos de interesse tentam influenciar o comportamento de empresas por meio da pressão sobre os investidores.<br />
<br />
Em geral, porém, ao invés de ameaçar diretamente os investidores, as ONGs mais competentes e ponderadas utilizam os meios de comunicação para conseguir seus objetivos.<br />
<br />
(Clique <a href="http://www.timesonline.co.uk/article/0,,13509-2011797,00.html">aqui</a> para saber como ONGs suecas conseguiram convencer o rei do país a tirar de seus investimentos de uma empresa brasileira).<br />
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		<title>Quando a coisa está russa&#8230;</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/05/02/quando-a-coisa-esta-russa/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 May 2006 15:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
	<category>O mundo da mídia</category>
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		<description><![CDATA[O governo da Rússia, não exatamente famoso por levar em conta as exigências da opinião pública em seu país, acordou para a necessidade de trabalhar sua imagem em uma mídia internacional cada vez mais agressiva.

O jornal Financial Times noticiou no dia 1o de maio que o governo do presidente Vladimir Putin fechou um contrato de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[O governo da Rússia, não exatamente famoso por levar em conta as exigências da opinião pública em seu país, acordou para a necessidade de trabalhar sua imagem em uma mídia internacional cada vez mais agressiva.<br />
<br />
O jornal <em><a href="http://news.ft.com/cms/s/13bcae1e-d87c-11da-9715-0000779e2340.html">Financial Times</a> </em>noticiou no dia 1o de maio que o governo do presidente Vladimir Putin fechou um contrato de &#8220;vários milhões de dólares&#8221; com a gigante de relações públicas americana Ketchum para mostrar de forma mais positiva sua gestão à frente do G8.<br />
<br />
A Ketchum é a empresa responsável por contas de grandes nomes da economia mundial, como a IBM, a Kodak, a FedEx e o Fórum Mundial de Davos.<br />
<br />
Ela vai ter que usar toda a sua expertise para se contrapor a uma enxurrada de críticas que vêm sendo direcionadas à Rússia na mídia internacional, devido a dúvidas quanto ao comprometimento de Putin com o processo democrático e outros assuntos.<br />
<br />
Em entrevista ao jornal, um responsável pela área de mídia do governo russo diz que todos os membros do G8 vêm elogiando a forma como a Rússia está presidindo o grupo, mas a percepção na mídia é diferente devido a fatos isolados como a crise do corte do suprimento de gás para a Ucrânia em 1o de janeiro.<br />
<br />
Naquela ocasião, segundo ele, a Rússia apresentou seus argumentos - que analistas dizem ter uma lógica de mercado - para reduzir o subsídio à Ucrânia, mas ninguém prestou atenção.<br />
<br />
Talvez a situação tivesse se desenvolvido de forma diferente caso seu governo já tivesse uma empresa especializada em comunicação internacional, disse o assessor da Presidência russa.<br />
]]></content:encoded>
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		<title>Inimigos públicos</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/04/28/inimigos-publicos/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Apr 2006 16:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Atacar as empresas (na mídia) virou o esporte favorito de todo o mundo.&#8221;

Este foi o desabafo feito por Todd Stitzer, presidente da empresa de doces britânica Cadbury&#8217;s, de acordo com o jornal The Daily Telegraph.

&#8220;Na minha opinião, as empresas, as indústrias e a criação de riquezas estão sofrendo ataques como nunca havia ocorrido antes&#8221;, reclamou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[&#8220;Atacar as empresas (na mídia) virou o esporte favorito de todo o mundo.&#8221;<br />
<br />
Este foi o desabafo feito por Todd Stitzer, presidente da empresa de doces britânica Cadbury&#8217;s, de acordo com o jornal <em>The Daily Telegraph</em>.<br />
<br />
&#8220;Na minha opinião, as empresas, as indústrias e a criação de riquezas estão sofrendo ataques como nunca havia ocorrido antes&#8221;, reclamou Stitzer.<br />
<br />
Ele se queixou da visão unilateral de Hollywood em filmes como O Jardineiro Fiel ou programas de TV como The Office, que passam imagens negativas e até &#8220;malignas&#8221; dos negócios.<br />
<br />
Mas Stitzer também fez uma <em>mea culpa</em>, dizendo que as empresas têm uma parcela de responsabilidade por isso.<br />
<br />
&#8220;Nossa falta de comunicação, nossa falta de disposição em reagir deixa um espaço vazio, o que leva as pessoas em governos, em ONGs e na mídia a concluir que, enquanto eles têm uma consciência, os empresários não têm.&#8221;<br />
<br />
A Cadbury&#8217;s é famosa por seus chocolates e, assim como outras grandes empresas da área alimentícia - McDonald&#8217;s, Pepsi e Coca-Cola, por exemplo - está sofrendo com o ativismo pró-saúde e antiobesidade que tomou conta dos países do Primeiro Mundo.<br />
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		<title>Terroristas</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/04/24/terroristas/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 14:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um anúncio de uma página inteira publicado nesta segunda-feira no jornal The Guardian dá uma boa idéia do quanto está envolvido na guerra pelos corações e mentes da opinião pública européia.

Em letras garrafais, no topo da página, aparece a palavra &#8220;Terroristas&#8221;.

Embaixo, a frase: &#8220;&#8230;vão agradecer (Tony) Blair por tentar dar a eles tantas oportunidades&#8221;.

O anúncio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Um anúncio de uma página inteira publicado nesta segunda-feira no jornal <em>The Guardian </em>dá uma boa idéia do quanto está envolvido na guerra pelos corações e mentes da opinião pública européia.<br />
<br />
Em letras garrafais, no topo da página, aparece a palavra &#8220;Terroristas&#8221;.<br />
<br />
Embaixo, a frase: &#8220;&#8230;vão agradecer (Tony) Blair por tentar dar a eles tantas oportunidades&#8221;.<br />
<br />
O anúncio, da ONG ambientalista Greenpeace, critica planos de dar um novo impulso à indústria da energia nuclear britânica. (O preço de tabela para um anúncio de uma página no primeiro caderno do The Guardian passa de 11 mil libras, ou R$ 41 mil).<br />
<br />
E a estratégia lembra anúncios desfavoráveis ao Brasil publicados em jornais britânicos em março, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva este em Londres.<br />
<br />
O que só mostra que estava errado quem previu o fim das ideologias no final do século passado - o que mudou foi o campo de batalha.<br />
<br />
A luta, agora, mais do que nunca, se passa na mídia.<br />
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		<title>Jornal britânico mede eficiência de anúncios</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Apr 2006 17:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Em um trajeto 45 minutos, o londrino médio é exposto a mais de 130 anúncios sobre mais de 80 produtos diferentes, segundo artigo do jornal The Guardian.

Em um dia inteiro,os londrinos vêem 3.500 mensagens de marketing, de acordo com uma experiência feita pelo jornal com um novo equipamento, o Eye Contact.

Esse equipamento foi criado pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Em um trajeto 45 minutos, o londrino médio é exposto a mais de 130 anúncios sobre mais de 80 produtos diferentes, segundo artigo do jornal <em>The Guardian</em>.<br />
<br />
Em um dia inteiro,os londrinos vêem 3.500 mensagens de marketing, de acordo com uma experiência feita pelo jornal com um novo equipamento, o Eye Contact.<br />
<br />
Esse equipamento foi criado pela empresa ID Magasin para medir a exposição das pessoas ao bombardeio de imagens comerciais e o impacto delas sobre cada uma.<br />
<br />
Os resultados da experiência mostram que 99% dos anúncios têm pouco ou nenhum impacto, de acordo com o artigo publicado em novembro passado.<br />
<br />
<a href="http://www.guardian.co.uk/uk_news/story/0,,1646240,00.html">Clique aqui para ler o artigo.<br />
</a><br />
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		<title>O duque e a favela</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/04/11/o-duque-e-a-favela/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Apr 2006 18:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
	<category>O mundo da mídia</category>
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		<description><![CDATA[O jornal The Times publica nesta terça-feira uma reportagem segundo a qual o duque de Westminster, terceiro homem mais rico da Grã-Bretanha, identificou São Paulo como um dos mais promissores mercados para investimentos imobiliários em todo o mundo.

Boa notícia para os empreendedores brasileiros. Mas a reportagem é notável também por causa da fotografia que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[O jornal <em>The Times</em> publica nesta terça-feira uma reportagem segundo a qual o duque de Westminster, terceiro homem mais rico da Grã-Bretanha, identificou São Paulo como um dos mais promissores mercados para investimentos imobiliários em todo o mundo.<br />
<br />
Boa notícia para os empreendedores brasileiros. Mas a reportagem é notável também por causa da fotografia que a ilustra.<br />
<br />
No alto da página, em cinco colunas, <em>The Times</em> emplacou a imagem imensa de uma favela.<br />
<br />
De certa forma, a escolha ilustra a maneira como os estrangeiros vêem o Brasil.<br />
<br />
O duque certamente está de olho nos investimentos em imóveis comerciais ou residenciais de alto padrão que pululam por São Paulo.<br />
<br />
Mas, falou em cidade brasileira, o estereótipo chama na hora a imagem de uma favela.<br />
<br />
É o mesmo tipo de fenômeno observado quando os jornais europeus ou americanos ilustram reportagens sobre a economia brasileira com fotos de sambistas seminuas.<br />
<br />
Coisas de um país que - ainda que, nós, brasileiros, não admitamos - é bastante exótico e desconhecido para quem vive no Primeiro Mundo.<br />
]]></content:encoded>
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		<title>A ascensão das relações públicas</title>
		<link>http://www.ajasolutions.co.uk/2006/04/09/a-ascencao-das-relacoes-publicas/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Apr 2006 09:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A revista The Economist publicou em janeiro uma reportagem em que dizia que &#8220;RP é uma ferramenta de marketing cada vez mais vital - especialmente agora que as formas tradicionais de publicidade lutam para conseguir a atenção dos consumidores&#8221;.

A reportagem detalha o debate que vem se desenvolvendo no Primeiro Mundo a respeito das melhores formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A revista <strong>The Economist</strong> publicou em janeiro uma reportagem em que dizia que &#8220;RP é uma ferramenta de marketing cada vez mais vital - especialmente agora que as formas tradicionais de publicidade lutam para conseguir a atenção dos consumidores&#8221;.<br />
<br />
A reportagem detalha o debate que vem se desenvolvendo no Primeiro Mundo a respeito das melhores formas de divulgar uma mensagem em meio à infinidade de alternativas disponíveis atualmente.<br />
<br />
Várias grandes empresas já estão incrementando suas estratégias de RP, incluindo a Procter &#038; Gamble, que, em um estudo, constatou que &#8220;freqüentemente é melhor o retorno de uma campanha de RP do que de formas tradicionais de publicidade&#8221;, segundo a reportagem.<br />
<br />
E outras aprenderam a duras penas que deixar a mídia à disposição de seus adversários pode lhes custar caro, como constataram o McDonald&#8217;s e a Coca-Cola em alguns mercados europeus.<br />
<br />
O debate está a todo o vapor em países como a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, onde os gastos com RP devem crescer 9% somente neste ano.<br />
<br />
Clique<a href="http://www.economist.com/displaystory.cfm?story_id=5418124">aqui</a> para ler a reportagem.<br />
]]></content:encoded>
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